domingo, 27 de maio de 2012

O poder do riso

Na semana em que mais um programa de comédia estréia na TV, se juntando a outros já consagrados em emissoras abertas, e numa época em que até mesmo filmes de super-heróis que mostram explosões e diversas cenas de ação apelam pra comédia e prendem quem come pipoca do outro lado como “Os Vingadores”, o Batom N vem falar do riso.

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O riso é expressão de alegria, algo engraçado, algo bom. Na maioria das vezes faz bem. Tão bem que o riso é usado na reabilitação de pessoas enfermas ou que passaram por traumas de todos os tipos.

Especialistas dizem que há dois tipos de riso. O primeiro é o da risada afetiva, onde a graça é despertada pela memória de coisas boas. O segundo é o da compreensão lógica, onde rimos daquilo que achamos engraçado. Uma piada ou uma situação inusitada, por exemplo.

Mas se passamos para outro estágio da risada, isso não pode ser bom. Quando achamos muita graça de algo, passamos a gargalhar, a perder o fôlego, a urinar sem controle (rs), é hora de ligar o sinal de alerta. A gargalhada é capaz de diminuir a pressão arterial, aumentar o fluxo de sangue para os órgãos e cooperar com um abdômen tanquinho. Porém, rir intensamente e exageradamente pode ser prejudicial já que o ar pode sair muito rápido dos pulmões, causar arritmia e enrijecimento da musculatura. Essa última é o que faz o indivíduo urinar e até ter diarréia. Louco.

No momento em que estiver rindo muito e começar a sentir dor, lembre-se que é hora de parar. Claro que nunca abandonar o bom humor, né gente? Nosso combustível do dia a dia.

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